
Um cálice de vinho, por favor...
Descendendo em minha traquéia seca, abrindo caminhos, fazendo a vida pulsar, novamente.
Vinho, por favor...
Para mim, seca criatura das trevas e 'to all my friends', como diria Bukowski...
Vinho quente, espantando as artérias rachadas do frio e trazendo de volta a exclamação aos lábios...
Tragam, meus amigos bruxos, e corram com suas vassouras as marcas da geada da noite...
Brindemos à Baco juntos, e permitamos nossos risos conquistarem essa aurora boreal de sentimentos difusos...
Que a noite traga o nosso poder, amigos, e algumas garrafas de Carmenere...
... e deixem que eu conte as estórias...

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