
Desprendeu-se da ponta
de lua nua
e caiu sobre meu corpo
sedento de sangue
- espectro de sombras.
Curvou as garras no branco
Uivou de dor, no encanto
De me ter e saber
ser
só por enquanto...
[Leve-me para sempre, visitante].
Esse é o monstro dentro do armário. Às vezes temo tanto, que jogo a chutes, pra fora de mim... por outras, deixo que fique recôndito, esperando tradução. Espero que ele possa assombrá-lo (a) também! [Todos os direitos reservados - CJDM]
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